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Quinta Feira, 17 de Maio de 2012 | ISSN 1980-4288


O Futuro Bacharel em Direito

Exigências do mercado de trabalho para um bom profissional do direito.

Por | Aparecida de Fátima Garcia Oliveira - Terça Feira, 17 de Agosto de 2010





Introdução
 

Porque e para que estou cursando faculdade de Direito? O que você, acadêmico, sabe sobre a profissão que irá abraçar? Quais são as exigências de mercado para ser um bom profissional nessa área? O mercado está saturado? Ou ainda há espaço para você?
 

São várias as indagações, mas é bom sabermos como tudo começou.... quando ministro do Império, Fernandes Pinheiro convence o Imperador a assinar a Carta de lei de 11 de Agosto de 1827 criando dois cursos jurídicos, um dos quais em São Paulo e outro , planejado para funcionar em Olinda, foi depois transferido para Recife.
 

Os cursos jurídicos foram instalados em 1828 e adotaram desde logo os "Estatutos" do Visconde de Cachoeira, nos termos do art. 10 da Carta de Lei.
 

Surgiram, assim, nas Academias de Recife e de São Paulo, os núcleos iniciais dos hoje numerosíssimos cursos de Direito no país. Assim é que começa a surgir o ensino jurídico pátrio. Este seria guardião dos ideais liberais do Estado constitucional, porém tinha como objetivo, naquele momento, o fornecimento de quadros para o Estado centralizador.
 

Hoje, o Curso de Direito atrai um grande número de alunos, no País são aproximadamente 400 mil, distribuídos em mais de quatrocentos cursos existentes.
 
 
 
ALGUNS ASPECTOS DO CURSO DE DIREITO.
 

· Ênfase nas competências sociais (humana).
 

· Multiplicidade de disciplinas/conhecimento permitem diversidade de atuação profissional.
 

· Mercado de trabalho, esta profissão está em ascensão, mudança do perfil auxiliou esta situação, com o surgimentos de novos setores na área.
 

· Aumento da oferta de estágio.
 

· Valorização da profissão, através da formação e qualificação.
 

· Laboratório prático permite a vivência simulada. (estágios)
 

· Formação/atualização do perfil do acadêmico de Direito.
 

· Currículo propicia uma formação eclética.
 

· Ênfase sobre a área/profissão no início do curso, primeiro semestre e/ou ano.
 

· Corpo docente deve ter sólidos conhecimentos em relação a profissão e suas perspectivas no mercado de trabalho.
 

· Enriquecimento das atividades curriculares e extra-curriculares, como por exemplo: oficina prática, visitas técnicas, pesquisas, etc.
 

· Adequação do currículo e ementa das disciplinas em relação às necessidades do mercado de trabalho.
 

· Ênfase em assuntos como responsabilidade social, terceiro setor, trabalho voluntariado, entre outros.
 

· Valorização do curso, a importância dos centros acadêmicos.
 

· Investimento por parte das instituições educacionais, na estrutura do curso.
 

· Necessidade de desenvolvimento e incentivo, de trabalhos científicos.
 

· Imprescindível o hábito de estudo permanente.
 

· O Preparo para o exame da OAB.
 

. Carreiras Jurídicas.
 

· Conhecimento jurídico e geral.
 

. Necessidade de pós graduação.
 

. Conhecer as prerrogativas do advogado: dever, ética...etc.
 

. É preciso sonhar.
 

. O exercício da luta cotidiana.
 

· Respeito pela pátria.
 

. Compromisso do corpo docente com o discente.
 

. Metodologia e didática.
 

. Desafios da formação.
 

O ensino jurídico no Brasil, atualmente, apresenta-se profundamente descontextualizado e clamando por novas concepções. A proliferação de cursos jurídicos é fenômeno assustador, em face da inexistência de qualquer diferencial. O paradigma liberal/conservador dos cursos é mantido, sempre adotando um perfil profissional generalista, a fim de atender a maior fatia possível do mercado. O ensino jurídico é normalmente visto como mais uma das atividades de exploração de atividade econômica, sem qualquer compromisso com a qualidade. Assim, o ensino jurídico deve basear-se na idéia de formação do aluno, e não na mera informação. O conhecimento construído é melhor do que o conhecimento concedido. O aluno, que não pode ser visto como um receptor passivo do conhecimento estabelecido apriorísticamente, tem de desenvolver habilidades que o permita aprender a aprender.
 

É preciso contemplar, em qualquer Curso de Direito, a perspectiva de que a ciência jurídica não se resume ao Direito e que o Direito não é somente o Direito positivo posto pelo Estado. Tal perspectiva tradicional adquire maior impropriedade no campo do Direito Econômico, do Direito Internacional e dos Negócios e as Relações Internacionais, em que as manifestações do Direito são plurais, interdisciplinares e socialmente impactantes.
 

A Carta Magna introduziu novos institutos de garantias da cidadania individual e coletiva e fortaleceu o papel do Ministério Público e do Poder Judiciário, Ainda, abriu espaços para a avaliação de novos e importantes âmbitos da vida jurídica, como a proteção aos direitos coletivos e difusos, o problema dos índios e do uso da terra, as questões do meio ambiente, da proteção da vida privada e da intimidade individual.
 

Para cumprir esse papel, os Cursos Jurídicos precisam retomar o seu lugar de reflexão e não apenas de ocupação de espaços institucionais na vida da sociedade brasileira. As instituições que não incentivam a formação do pensamento jurídico e o desenvolvimento das instituições políticas serão sempre simulação de sociedades democráticas.
 
 
 
PERFIL DO PROFISSIONAL DO DIREITO:
 

O profissional do Direito poderia ser definido como um administrador de conflitos que luta para que as pessoas tenham seus direitos de cidadãos preservados e devem ter :
 

a) formação humanística, técnico-jurídica e prática, indispensável à adequada compreensão interdisciplinar do fenômeno jurídico e das transformações sociais;
 

b) senso ético e profissional associado à responsabilidade social, com a compreensão da causalidade e finalidade das normas jurídicas e da busca constante da libertação do homem e do aprimoramento da sociedade;
 

c) capacidade de apreensão, transmissão crítica e produção criativa do Direito, aliada ao raciocínio lógico e consciência da necessidade de permanente atualização;
 

d) capacidade de equacionar problemas e buscar soluções harmônicas com as exigências sociais;
 

e) capacidade de desenvolver formas extrajudiciais de prevenção e solução de conflitos individuais e coletivos;
 

f) visão atualizada do mundo e, em particular, consciência dos problemas nacionais.
 

O Curso de Direito oferece grande campo de trabalho, pela diversidade e amplitude das atividades que gera, abrangendo todos os setores, em se tratando do exercício da Advocacia - Internet, informática, a questão ambiental, a defesa do consumidor, as relações internacionais e, mais recente e muito polêmica, a clonagem humana, dentro do Direito da Família. Sem falar na Magistratura, na atividade docente e no Setor Público.
 

São espaços a serem conquistados pelos novos profissionais do Direito, a partir da visão empreendedora de cada um, de seu círculo de relacionamento, de sua ousadia em enfrentar dificuldades e, consciente de seu papel social, de sua capacidade de interpretar a realidade, enxergar as distorções, as desigualdades e se colocar como agentes de mudanças.
 
 
 
EXAME DA OAB.
 

Para exercer a profissão, a pessoa diplomada em Direito (bacharel) deve ingressar na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), submetendo-se ao exame de Ordem. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), fundada em 1930, realiza exames em todo o país, que consistem em provas escritas de habilitação profissional, feitas perante uma comissão de três advogados inscritos há mais de cinco anos e nomeados pelo presidente do Conselho da Ordem Nacional.
 

A Ordem dos Advogados do Brasil tem por atribuição a seleção, o disciplinamento e a defesa da classe dos advogados, e além disso criou os chamados Exames de Ordem, que procura observar o nível dos cursos jurídicos no Brasil e, também, dá o direito ao bacharel no ato de advogar. Apesar do rigor com que a OAB vem tratando estes exames, o nível do ensino jurídico não mostra melhoras ou os alunos não são comprometidos com sua formação, pois o número de reprovações neste exame tem aumentado.
 

Os cursos de Direito devem, não apenas incentivar a consciência do aprendizado jurídico, mas, muito especialmente, a inteligência do conhecimento jurídico, como forma pedagógica possível de mudá-lo para alcançar os objetivos socialmente postos sem sobressaltos e rupturas com as normas postas. É imprescindível que os estudantes de Direito e advogados adaptem-se à cultura de transformação.
 

Fundamentalmente, o ensino jurídico precisa tomar como referência pedagógica os problemas de efeitos judiciais num processo crescente de complexidade, de tal forma que na busca de soluções o professor ensina que as questões jurídicas não se resolvem numa dimensão exclusivamente substantiva, mas também processual, assim como, a avaliação de um problema jurídico necessariamente, envolve por exemplo um mesmo contexto Direito Civil e Comercial ou Propriedade Industrial e Direito Administrativo, sendo a questão muito mais visível no âmbito do Direito novo. O ensino jurídico moderno, denomina que o conhecimento jurídico é um fenômeno interconexo .
 

Conseqüentemente, é mister estudar, estudar e estudar e que os Cursos de Direito venham a contribuir para a formação de homens do Estado, para se construir o Estado brasileiro, assim como para a formação de homens vinculados aos interesses da sociedade civil, para que se reconstrua o estado democrático brasileiro, com base no Direito e na Liberdade.
 
 
 
Autora: 
 
 
Aparecida de Fátima Garcia Oliveira é Professora de História; Psicopedagoga; Acadêmica de Direito.



Palavras-chave | faculdade de direito, mercado de trabalho, profissional do direito, acadêmico

Comentários

comentário Marcio - Bacharel em Direito | 18/08/2010 às 08:17 | Responder a este comentário

Sou formado!! Toda minha empolgação de uma linda carreira jurídica está sendo barrado pelo ?maldito Exame da Ordem?, aonde, nós bacharéis, somos barrados não podemos exercer nossa empolgante atividade fim (advocacia), atividade esta que passamos por cinco longos anos estudando e fazendo previsões de um futuro! Mesmo após a formatura ainda não somos nada, somos apenas bachareis, não somos advogados enquanto não passar por este exame. É uma atividade justa??

réplica

comentário PAULO BRITO - Advogado | 18/08/2010 às 12:54 | Responder a este comentário

Caros colegas, o exame da OAB é justo sim. Explico. No Brasil, morre por subnutrição uma criança a cada dois minutos, mais ou menos. A população de nosso planeta já ultrapassou seis bilhões de pessoas e um terço deste contingente passava fome, diariamente. A miséria se alastra, os problemas sociais são gigantescos e causam a criminalidade e a violência generalizada. Vivemos em um mundo de exclusão, no qual a brutalidade supera com larga margem os valores humanos. O Poder Judiciário é incapaz de proporcionar um mínimo de Justiça Social e de paz a sociedade. Logo, pergunto: Se queremos mudar esse quadro, precisamos de profissionais qualificados, com ideias e ideais. Fazer um curso de direito, hoje, todo mundo faz. Felizmente, o exame da OAB se faz necessário para garimpar e colocar no mercado os melhores o que tem qualidade e não aqueles que fizeram o curso nas "coxas" como hodiernamente acontece. SOU A FAVOR SIM DO EXAME. FALAR QUE NÃO MEDE CAPACIDADE É UM ABSURDO. TANTO MEDE QUE OS QUE SÃO REPROVADOS É PORQUE NÃO TEM CAPACIDADE, CREIO PORQUE NÃO ESTUDARAM O SUFICIENTE PARA PASSAR. ABSURDO, PARA MIM, É ESSA MÁFIA HOJE GENERALIZDA DE CURSOS PREPARATÓRIOS PARA PROVA DA OAB. SE EM 05 CINCO ANOS O TEU CONTEÚDO NÃO FOI SUFICIENTE PARA PASSAR, ENTÃO COMO É QUE EM 02 MESES DE AULA É SUFICIENTE?

réplica

comentário Danielle Fagundes - administradora de empresas e bacharel em direito | 18/08/2010 às 14:48 | Responder a este comentário

E o mais incrível é que jamais acabará o exame, pois hoje somos obrigados a concluir que trata-se de uma excelente fonte de capataçao de recursos para todos, inclusive, para os donos de cursos, muitos deles servidores da administração pública, leia-se judiciário. Nao sou contra passar por um exame após formada, mas sou contra a incoerência existente deste exame com o conteúdo repassado nos cursos, além da dinâmica de ensino. No meu caso, por exemplo ( e sei que há muitos na mesma situação), formei numa faculdade tida como conceito A no MEC, etc e etc....sempre fui aluna, durante os 05 anos, cuja média manteve-se sempre em torno de 80%. Pelo visto não é suficiente. Fui reprovada na primeira vez na prova prática e reconheço que não estava preparada, embora tenha obtido quase oitenta pontos na primeira etapa, quando a aprovaçào foi menor que 20%. Da segunda vez, passi pela primeira etapa novamente, mas fui RETIRADA da prova: fui ao banheiro e o meu celular estava no bolso da calça DESLIGADO. Simplesmente, não recolheram e me esqueci completamente de guardá-lo, tanto é que pedi para ir ao banheiro e sei que seria submetida ao detector. Eu, mãe de dois adolescente, 43 anos de idade, RETIRADA sem chances de qualquer manifestação. Aplicaram o edital/regras pura e simplesmente, assim como os positivistas. Não é mole não...agora, estou vencendo minhas inseguranças para retomar aos estudos e vencer, de vez, esta Santa Prova.

réplica

comentário Rodrigo de Lima Pereira - estudante de direito | 18/08/2010 às 15:19 | Responder a este comentário

Sim,porque mediante a tudo que voce estudou voce poder ver se voce esta ou nao esta preparado pra execer essa grande profissao,entao acho correto existi essa prova,no inicio do meu curso achava que era errado,por que eu pensava que nem voce caro companheiro,por que voce vive 5 anos de sua vida "ralando" para que no final dessa grande jornada voce nao ter a liberdade de fazer aquilo que voce mais gosta...

réplica

comentário Jesiel Nascimento - advogado | 18/08/2010 às 21:01 | Responder a este comentário

Passar no exame da ordem é o 1º teste ao futuro advogado. Trata-se de um exame que verifica de o bacharel possui condições mínimas de advogar.

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comentário braz cortez - concludente do curso de Direito | 01/09/2010 às 04:36 | Responder a este comentário

Sou a favor do exame .O nobre exercicio da advocacia envolve a defesa de valores da maior grandeza, tais como a liberdade, o patrimônio, a honra etc etc.Infelizmente, mercê da "farra" de cursos de direito permitidos pelo MEC, a Ordem haveria de conter a habilitação para esse mister, de profissionais sem a devida qualificação. Ora, se preparado, qual o receio do exame? Gente, vamos estudar mais, ler mais! O despreparo se reflete no conteúdo dos escritos/reclamações dos irresignados bacharéis!!!

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comentário Marcelo Cobra - Empregado Público Federal | 08/09/2010 às 10:55 | Responder a este comentário

Faço parte da equipe de um Deputado Federal, e vou propor a ele que transforme o Exame de ordem em um prova periódica a ser aplicada a cada 4 anos, para testar os ilustres advogados aprovados nos exame de Ordem se continuam com a mesma proficiência, de quando prestaram o Exame de Ordem, recém formados com todo o conteúdo ainda fresquinho na cabeça. Tenho certeza, que o ilustre defensor do exame da Ordem, será aprovado com louvor a cada 4 anos, mantendo-se atualizado, a cerda da mudanças doutrinárias e jurisprudenciais. Esta prova deveria ser prestada por todos os operadores do direito, só lhes sendo permitido o exercício da profissão se lograssem aprovação, caso contrário, teriam que passar por um processo de reciclagem. Gostaria de saber, quantos ministros do Supremo, quantos dos Conselheiros da OAB, do CNJ e quantos Desembargadores fizeram o exame da Ordem. E mesmo aqueles que por ventura não o tenham feito, não foram desqualificados para exercerem as suas atividades. Num País onde o principal Cargo é exercido, por um cidadão que só possui um diploma fornecido pelo SENAI, e que mesmo assim se tornou um dos maiores estadistas do nosso tempo, com um índice de aprovação beirando os 80% de aprovação (enquanto que Governantes anteriores, cheios de diplomas, não atingiu 50 % ), é no mínimo uma incoerência exigir provinha de exame de Ordem, para uma pessoa que dedicou 5 anos de sua vida ao estudo do direito. A mensuração de conhecimento já foi auferida ao longo dos 5 anos de estudo e na Prática Forense.

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comentário Denisio Nocera - advogado sem carterinha | 09/09/2010 às 12:33 | Responder a este comentário

Meu caro colega Paulo Brito, diante ao exposto por Vossa Excelência, venho contradizer suas exposições. 1º a Competência de ensinar e educar é do MEC. 2º um profissional somente aprende, na vida cotidiana, apartir do trabalho exercitado; 3º não a legitimidade da OAB se contrapor por conhecimentos, ja que referida lei 8906/94, além de imoral é inconstitucional. 4º Capacidade não se mede com provas, mas sim com experiências de longos anos de trabalhos, afinal vc e nem eu nascemos sabendo, aprendemos tudo o que sabemos para depois fazer jus dos nossos conhecimentos. 5º O direito é amplo sua interpretação cabe do ponto de vista de cada um, o advogado tem que estar atualizado, com o mundo, saber um pouco de cada coisa, para poder fundamentar uma defesa ou uma acusação. 6º Esta tua instituição OAB, nunca visitou uma faculdade para explicar sobre a profissão, talvés muitos encarteirados nem sabe explicar, pois antes desta famigerada lei não existia exame de ordem e temos bons e maus advogados no mercado. provando que não é uma prova que capacita um profissional, mas sim a oportunidade de trabalho que ira lapidar este profissional. Me desculpe pelas palavras pois ainda não tenho esta vasta experiência profissional de Vossa Excelência, mas tenho condições de interpretação nas entre linhas que Vossa Excelência expos. Isto visto posso afirmar que Vossa Excelência e conivente com este Famigerado exame da OAB, por estar se beneficiando com a reserva de mercado que vem sendo provada. Talvés não por muito tempo, pois os futuros Bacharel em Direito tem que ter uma denominação profissional.

réplica

comentário Marco Antonio - Advogado | 10/09/2010 às 13:06 | Responder a este comentário

Muito boa, a sua intenção, tem gente que porque já prestou e passou acha que é mais inteligente do que os outros!!!

réplica

comentário Ednon Pereira - Investigador de Polícia Civil PR | 13/09/2010 às 00:10 | Responder a este comentário

Sim, é justo sim pelo simples motivo que é a regra do jogo. Não tenha medo de enfrentar a prova. Tentei 6 vezes e consegui, porém, hoje sou servidor público. Estou com 39 anos. Me formei em 2005.

réplica

comentário Rosangela Maia - Empregada pública federal | 16/09/2010 às 02:06 | Responder a este comentário

Absolutamente coerente e verdadeira a opinião do colega. O tipo de aferição imposto já há muito não é adequado, inclusive desde o início de nossa formação. Já somos aferidos durante cinco longos anos e, além disso, a prova que nos é imposta nos obriga a disputar com os concurseiros - pegadinhas e exceções que pouco serão vistas em nosso dia a dia.

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comentário Andréia oliveira - Advogada | 24/11/2010 às 13:21 | Responder a este comentário

Eu acho que o nobre colega Paulo brito foi muito infeliz no seu comentário, em dizer que o exame da OAB garimpa os melhores profissionais, ele garimpa sim, os que mais decoraram nos cursinhos preparatórios, os que mais treinaram as peças processuais e o exame é simplesmente uma forma de arrecadar dinheiro dos pobres bacharéis. Se fosse mesmo garimpar os melhores, não haveria tanto advogado "picareta", pois a índole de um profissional, vem de do seu caráter e o seu conhecimento vem com o tempo, com as suas sua experiências e não com essa prova ridícula e totalmente inconstitucional. Será porque os médicos, contadores, psicólogos não precisam se submeter a exame similar, para avaliar seus conhecimentos. Esse exame é uma máquina de arrecadar dinheiro e de fazer baixar a alto estima de muitos estudantes bons, que ás vezes por centésimos, na prova prática, não conseguem realizar o seu sonho de advogar

réplica

comentário Fernando Almeida - Bacharel | 15/07/2011 às 13:34 | Responder a este comentário

Doutor Brito, o chamo assim pois pelo conteúdo de seu comentário deve fazer questão de tal título. O que esclareço ainda ser um erro convencionado pois doutor é que tem o título de doutorado e não quem simplesmente tenha conferido êxito no exame de ordem. Deixo claro que sou inteiramente a favor do referido exame, mas não creio que seja realmente medido a capacidade em advogar e mais, defender ou melhor socorrer quem realmente necessita, pois se essa fosse a realidade não teríamos intermináveis equívocos jurídicos praticados por advogados possuidores de um simples número de OAB. Amor ao direito é o amor a liberdade, penso que qualquer julgamento sobre bacharel, instituições de ensino ou cursos preparatórios deve se basilar na ética. Com relação a miséria e justiça social parece ser um outro fórum e por isso sob outros princípios e reflexões. Antecipando minhas felicitações ao nobre advogado em sua carreira coroada de sucesso.

comentário MÁRCIA MENDES BASTOS - bacharel em direito | 18/08/2010 às 08:45 | Responder a este comentário

INFELIZMENTEN SOU SOMENTE UMA BACHAREL EM DIREITO, INJUSTAMENTE POR CAUSA DE UM EXAME, QUE NÃO MEDE A SUA CAPACIDADE, SIMPLESMENTE ELES FAZEM UMA PEGADINHA E SE UTILIZAM PARA ANGARIAR FUNDO PARA O ÓRGÃO DA CATEGORIA DE ADVOGADOS.
UMA PROVA LHE CUSTA R$ 200,00, MAIS CARO DO QUE UMA PROVA DE CONCURSO. É MUITO INJUSTO E FEITA JUSTAMENTO POR UM ÓRGÃO QUE DEFENDE A JUSTIÇA.
SÓ QUERO UMA COISA PASSAR NESSA PROVA E MOSTRAR O MINHA CAPACIDADE NO DIA A DIA E NÃO NUMA PROVA CANSATIVA E CHEIA DE PEGADINHAS.

comentário Marcelo - Funcionário Público | 18/08/2010 às 08:50 | Responder a este comentário

Fascinante curso. Felizmente para uns, infelizmente para outros, as provas aplicadas e direcionadas aos bachareis de direito continuam sendo o meio mais justo de seleção dos melhores. O acúmulo de conhecimento mínimo para aprovação pela Ordem, não passa de mero critério perante as dificuldades a serem enfrentadas e ainda exigidas de cada um. Direito é esforço, dedicação,persistência, tudo isso elevado ao cubo. Não há dúvida de que os que persistem, pacientemente, chegam lá.

réplica

comentário Marcelo Cobra - Empregado Público Federal | 08/09/2010 às 10:58 | Responder a este comentário

Faço parte da equipe de um Deputado Federal, e vou propor a ele que transforme o Exame de ordem em um prova periódica a ser aplicada a cada 4 anos, para testar os ilustres advogados aprovados nos exame de Ordem se continuam com a mesma proficiência, de quando prestaram o Exame de Ordem, recém formados com todo o conteúdo ainda fresquinho na cabeça. Tenho certeza, que o ilustre defensor do exame da Ordem, será aprovado com louvor a cada 4 anos, mantendo-se atualizado, a cerda da mudanças doutrinárias e jurisprudenciais. Esta prova deveria ser prestada por todos os operadores do direito, só lhes sendo permitido o exercício da profissão se lograssem aprovação, caso contrário, teriam que passar por um processo de reciclagem. Gostaria de saber, quantos ministros do Supremo, quantos dos Conselheiros da OAB, do CNJ e quantos Desembargadores fizeram o exame da Ordem. E mesmo aqueles que por ventura não o tenham feito, não foram desqualificados para exercerem as suas atividades. Num País onde o principal Cargo é exercido, por um cidadão que só possui um diploma fornecido pelo SENAI, e que mesmo assim se tornou um dos maiores estadistas do nosso tempo, com um índice de aprovação beirando os 80% de aprovação (enquanto que Governantes anteriores, cheios de diplomas, não atingiu 50 % ), é no mínimo uma incoerência exigir provinha de exame de Ordem, para uma pessoa que dedicou 5 anos de sua vida ao estudo do direito. A mensuração de conhecimento já foi auferida ao longo dos 5 anos de estudo e na Prática Forense.

comentário Diarone Esteves Silva - bacharel | 18/08/2010 às 09:24 | Responder a este comentário

Na verdade, a Faculdade te ensina a ter simplesmente teorias, na pratica é completamente diferente o exercicio do Direito. O profissional (bacharel) tem que se desdobrar para realmente executar suas atividades laborais com maestria. A pratica Juridica se adquire com o dia a dia e nao em uma prova meramente elaborada por (digamos) pessoas que querem na verdade excluir pessoas que realmente possuem capacidade para infrentar a indumentária juridica de fora inovadora e realmente profissional. Cursos de direito sao criados dioturnamente, compete ao estudante ou ao profissional desempenhá-lho com maestria. Assim ele satisfaz a si e principalmente a seus clientes. Nao concorco com a prova da OAB pois ela nao demonstra a capacidade do estudante ela apenas engorda os bolsos da Ordem e nao traz vantagens nenhuma a quem realmente necessita.

comentário Marcelo Mello - advogado | 18/08/2010 às 09:34 | Responder a este comentário

Que sejam cada vez menos vagas nas ditas Universidades, que na verdade tratam-se apenas de fontes de dinheiro fácil... Exploradores de pessoas que possuem um sonho...
Mas aí, me cabe defender o Exame de Ordem. Instrumento controlador de um mínimo de qualidade para quem quer iniciar na carreira da Advocacia.
Uma dica para os novos colegas: não precisa ser excepcional para se destacar no nosso meio profissional, basta ter só um mínimo de conhecimento e dedicação para se igualar à média... Essa é a realidade da atual Advocacia, onde encontram-se profissionais cada vez menos preparados.
Culpa exclusiva dos governantes que permitem que qualquer porta seja uma "Escola do Direito".
Por um Exame de Ordem cada vez mais exigente!

réplica

comentário MARCELO COBRA - Empregado Público Federal | 08/09/2010 às 11:00 | Responder a este comentário

Faço parte da equipe de um Deputado Federal, e vou propor a ele que transforme o Exame de ordem em um prova periódica a ser aplicada a cada 4 anos, para testar os ilustres advogados aprovados nos exame de Ordem se continuam com a mesma proficiência, de quando prestaram o Exame de Ordem, recém formados com todo o conteúdo ainda fresquinho na cabeça. Tenho certeza, que o ilustre defensor do exame da Ordem, será aprovado com louvor a cada 4 anos, mantendo-se atualizado, a cerda da mudanças doutrinárias e jurisprudenciais. Esta prova deveria ser prestada por todos os operadores do direito, só lhes sendo permitido o exercício da profissão se lograssem aprovação, caso contrário, teriam que passar por um processo de reciclagem. Gostaria de saber, quantos ministros do Supremo, quantos dos Conselheiros da OAB, do CNJ e quantos Desembargadores fizeram o exame da Ordem. E mesmo aqueles que por ventura não o tenham feito, não foram desqualificados para exercerem as suas atividades. Num País onde o principal Cargo é exercido, por um cidadão que só possui um diploma fornecido pelo SENAI, e que mesmo assim se tornou um dos maiores estadistas do nosso tempo, com um índice de aprovação beirando os 80% de aprovação (enquanto que Governantes anteriores, cheios de diplomas, não atingiu 50 % ), é no mínimo uma incoerência exigir provinha de exame de Ordem, para uma pessoa que dedicou 5 anos de sua vida ao estudo do direito. A mensuração de conhecimento já foi auferida ao longo dos 5 anos de estudo e na Prática Forense.

comentário MARIA DE FÁTIMA ABREU - Funcionaria Pública | 18/08/2010 às 09:56 | Responder a este comentário

Sou Funcionária Pública e bacharel em Direito. Me formei na época em que não havia exame de Ordem. Acredito que o problema não está no exame da Ordem mas sim na qualidade dos cursos de Direito que se proliferam sem a preocupação com a formação do ser humano Advogado. Ser Advogado para muitos, atualmente, não é ser profundo conhecedor da doutrina jurídica, da ética e das posturas corretas. O exame da Ordem nada mais é do que uma tentativa de seleção dos melhores, é óbvio, o que deveria ser feito na faculdade. Advogados éticos e melhor preparados é o que o mercado exige para evoluir na profissão. O exame de Ordem vai barrar aqueles que tiveram formação em cursos sem expressão ou que não foram alunos dedicados. O exame pode ser equivocado como forma de selecionar, mas me parece ainda ser uma forma idônea de selecionar aqueles melhor preparados. O que temos de fazer é nos dedicarmos mais, estudar só faz bem e aprimora o conteúdo. Se não há outra forma de adquirir o título de Advogado, então me parece que temos de aceitar a forma que é apresentada, embora não concordemos com isso.

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comentário edison pimentel - comerciante | 18/08/2010 às 10:22 | Responder a este comentário

Espero que a senhora nunca precise realizar este exame, pois se assim o fizer vai saber do que estess bachareis esta falando. É muito STRESS. Afinal quem possui a competencia para dizer se vc esta apto ou não ao mercado de trabalho é o MEC, no momento de sua colação de grau. A OAB é somente uma instituição privada com uma delegação para realização de exame da ordem, que não foi dada pelo MEC. O que houve foi uma usurpação de competencia por parte da OAB e pela submissão do MEC. Tente fazer uma prova desta e depois teça melhores comentarios. Não vaiperder nada mesmo já que é servidora pública e detem a possibilidade de requerer sua inscrição sem a realização da prova. Há! Espero que vc estaja preparada. Possuo colegas que ainda não lograram exito nesta prova e foram os melhores colocados no criterio de avaliação final de notas com média 9,73. E a Faculdade é meuito boa.

comentário Elcio de Paula Souza Filho - advogado | 18/08/2010 às 10:10 | Responder a este comentário

Já pensou se não houvesse exame da Ordem? Seria um caos no Judiciário. Com tantos cursos desqualificados por ai. Ser advogado não é passar pelo Exame, correto. Mas também não é advogado quem não consegue passar. Afinal, é cobrado o básico no Exame. Se não sabe o básico, como ser advogado. Engana-se quem se acha preparado se não consegue nem mesmo passar num simples exame para a obtenção da prerrogativa para advogar. Quem questiona o Exame é aquele que não se ajusta nem pra entrar na atividade. Aliás, todos nós, fomos submetidos ao Exame. E, depois, ralamos e continuamos lutando no apromoramento, que é infinito. Cada causa nos dá a certeza que ainda muito temos que aprender. Então, por tudo isso, quem ainda não conseguiu passar no Exame, estude mais e supra a deficiência da sua formação acadêmica. Isto, pois, quem teve uma formação mediana que seja, consegue passar nesse tão temido exame. Temido, no entanto, para os desprepados, principalmente, para o mercado de trabalho, cada dia mais exigente e concorrido.

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comentário MARCELO COBRA - Empregado Público Federal | 08/09/2010 às 11:02 | Responder a este comentário

Faço parte da equipe de um Deputado Federal, e vou propor a ele que transforme o Exame de ordem em um prova periódica a ser aplicada a cada 4 anos, para testar os ilustres advogados aprovados nos exame de Ordem se continuam com a mesma proficiência, de quando prestaram o Exame de Ordem, recém formados com todo o conteúdo ainda fresquinho na cabeça. Tenho certeza, que o ilustre defensor do exame da Ordem, será aprovado com louvor a cada 4 anos, mantendo-se atualizado, a cerda da mudanças doutrinárias e jurisprudenciais. Esta prova deveria ser prestada por todos os operadores do direito, só lhes sendo permitido o exercício da profissão se lograssem aprovação, caso contrário, teriam que passar por um processo de reciclagem. Gostaria de saber, quantos ministros do Supremo, quantos dos Conselheiros da OAB, do CNJ e quantos Desembargadores fizeram o exame da Ordem. E mesmo aqueles que por ventura não o tenham feito, não foram desqualificados para exercerem as suas atividades. Num País onde o principal Cargo é exercido, por um cidadão que só possui um diploma fornecido pelo SENAI, e que mesmo assim se tornou um dos maiores estadistas do nosso tempo, com um índice de aprovação beirando os 80% de aprovação (enquanto que Governantes anteriores, cheios de diplomas, não atingiu 50 % ), é no mínimo uma incoerência exigir provinha de exame de Ordem, para uma pessoa que dedicou 5 anos de sua vida ao estudo do direito. A mensuração de conhecimento já foi auferida ao longo dos 5 anos de estudo e na Prática Forense.

comentário Patricia - Bacharel em Direito | 18/08/2010 às 10:13 | Responder a este comentário

É verdade, somos NADA, nem podemos dizer que somos bachareis em direito, porque não te dá requisito de profissionalismo algum, passamos 5 anos dentro de uma faculdade, assistendo aulas, sendo avaliados atraves de provas, nos formamos, e se quer podemos exercer nossa profissão como os demais graduados, somos na verdade vitimas de uma corja de monopolistas que fazem do exame de ordem seu cooperativismo, e pior ainda cobram atualmente R$ 200,00, uma taxa absurdamente estupida para sermos avaliado para exercer a advocacia, visto que qualquer concurso que exija nivel superior não ultrapassa este valor, já que vivemos em um pais democratico, porque os bachareis em medicina (trabalha com vida), engenharia civil, administrador, contador (estes lidam com o patrimonio alheio) que JUSTIÇA é essa???No meu ponto de vista deveriam ser avaliados os estagios probatorios que são obrigatorios, o histotico escolar, de cada formando, e não aplicar uma prova cansativa de 100 questões com quatro alternativas cheias de pegadinhas para serem avaliadas e mais uma prova discursiva, que muitas vezes fogem da realidade.

comentário Leonardo - professor | 18/08/2010 às 11:07 | Responder a este comentário

Parabéns pelo texto.
A necessidade ou não do exame da ordem pode ser dividida entre os que foram aprovados e nos que não foram aprovados. Os aprovados concordam com a necessidade da existência dos sistema de avaliação e início da atividade jurídica. Os que não são aprovados desabonam o exame, pois acha injusto a existência de tal, já que cursaram 5 anos de curso de direito.

réplica

comentário sanderson jair pereira - Funcionario Público | 18/08/2010 às 13:09 | Responder a este comentário

Concordo em partes com seu argumento, professor. Não fui aprovado no exame da ordem porque ainda não posso fazê-lo, mas reputo essencial tal exame por dar conteúdo ao curso e valorizar o profissional do direito.

réplica

comentário Aparecida de Fátima Garcia Oliveira - estudante | 24/08/2010 às 00:37 | Responder a este comentário

Obrigada pelo incentivo, só mesmo um mestre teria esta visão, este foi meu primeiro texto como acadêmica de Direito e vou me esforçar muito... pessoas como Você, é que fazem a diferença em nossas vidas!.

comentário analdo - bacharel e funcionario de uma advogado | 18/08/2010 às 11:10 | Responder a este comentário

se o exame da ordem é para selecionar os melhores, então que faça ele de forma que a cada um determinado periodo o profissional que já obteve a carteira da ordem refaça o exame para dar continuidade na carreira, e até talvez sair do mercado, pois o que acontece na realidade é que nos bachareis é quem fazemos as petições, recursos para os entões sabios, porque pagando uma miseria aos bachareis a sua locuplementação é maior a custa de quem realmente sabe fazer, é a mão de obra barata. que eles advogados tenham as suas carteiras com prazo de validade assim como uma C.N.H., quero só ver muitos advogados, lamuriando assim como nos.

réplica

comentário MARCELO COBRA - Empregado Público Federal | 08/09/2010 às 11:19 | Responder a este comentário

Faço parte da equipe de um Deputado Federal, e vou propor a ele que transforme o Exame de ordem em um prova periódica a ser aplicada a cada 4 anos, para testar os ilustres advogados aprovados nos exame de Ordem se continuam com a mesma proficiência, de quando prestaram o Exame de Ordem, recém formados com todo o conteúdo ainda fresquinho na cabeça. Tenho certeza, que o ilustre defensor do exame da Ordem, será aprovado com louvor a cada 4 anos, mantendo-se atualizado, a cerda da mudanças doutrinárias e jurisprudenciais. Esta prova deveria ser prestada por todos os operadores do direito, só lhes sendo permitido o exercício da profissão se lograssem aprovação, caso contrário, teriam que passar por um processo de reciclagem. Gostaria de saber, quantos ministros do Supremo, quantos dos Conselheiros da OAB, do CNJ e quantos Desembargadores fizeram o exame da Ordem. E mesmo aqueles que por ventura não o tenham feito, não foram desqualificados para exercerem as suas atividades. Num País onde o principal Cargo é exercido, por um cidadão que só possui um diploma fornecido pelo SENAI, e que mesmo assim se tornou um dos maiores estadistas do nosso tempo, com um índice de aprovação beirando os 80% de aprovação (enquanto que Governantes anteriores, cheios de diplomas, não atingiu 50 % ), é no mínimo uma incoerência exigir provinha de exame de Ordem, para uma pessoa que dedicou 5 anos de sua vida ao estudo do direito. A mensuração de conhecimento já foi auferida ao longo dos 5 anos de estudo e na Prática Forense.

comentário Camila Rodrigues de Sousa - Auxiliar juridico | 18/08/2010 às 11:43 | Responder a este comentário

Uma boa reportagem, só tinha que falar mais, das dificuldades que um bacharel em direito passa após formar até conseguir a carteira da OAB, que não anda assim tão facil. Não tendo assim apoio para das faculdades depois da formatura.

comentário claudete - aposentada | 18/08/2010 às 13:16 | Responder a este comentário

EU SOU CONTRA TOTALMENTE CONTRA ESSE EXAME DA ORDEM, QUE RAIOS1 QUEM TEM QUE AVALIAR O ALUNO É A FACULDADE DIREITO O ESTÁGIO, É OU NÃO É VOCE PAGA 7 ANOS CO CURSO COMO EU PAGUEI,E AINDA POR CIMA TEM QUE CONTINUAR A PAGAR UMA INSTITUIÇÃO DA QUAL NÃO SE VISLUMBRA MUITA UTILIDADE, PELO MENOS PARA MIM.

E O MAIS ESTRANHO GENTE! QUANTOS PROFISSIONAIS COM CARTEIRA DA OAB, E SÓ FAZENDO CACÁ, FALA SÉRIO MINHA AJUDA AI!

COMO FOI FEITA A AVALIAÇÃO TÃO DISCUTIDA NA SOCIEDADE ISSO SEM FALAR NAS FRAUDES ,VEJA ESSE ÚLTIMO QUE ATÉ O FILHO DO EX-SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA EM SÃO PAULO ESTAVA ENVOLVIDO, E O SUJEITO SÓ FAZ BESTEIRA E DE CARTEIRINHA EM PUNHO.

comentário GUILHERME - sua profissão | 18/08/2010 às 13:23 | Responder a este comentário

TEXTO RIDICULO, SEM QUALQUER CONTEUDO PRATICO, PEDAGOGICO OU DOUTRINARIO. SO SE FALOU DA CRIAÇÃO DO CURSO E NADA MAIS. POR ESTE TEXTO NOTA-SE A QUALIFICAÇÃO DOS AUTORES DE TEXTOS DESTE SITE, QUE TAMBEM DEVE SER UMA BACHAREL EM DIREITO!

réplica

comentário Rodrigo Carlos - Advogado | 21/08/2010 às 23:44 | Responder a este comentário

Esse comentário e o mais imbecil de todos. Antes de cridicar deveria pensar melhor. O que o Senhor poderia acrescentar de útil meu amigo, antes de escrever essa besteira. Você teria coisa melhor para nos passar? Pense e cresça!

réplica

comentário Aparecida de Fátima Garcia Oliveira - estudante | 24/08/2010 às 00:32 | Responder a este comentário

Caro Guilherme, pelo jeito Você não deve ser estudante, pois senão, jamais avaliaria meu texto como ridículo até porque, rídiculo é não termos a coragem de externar nosso entendimento. Não sou bacharel....ainda, mas ao chegar lá daqui a alguns anos, saberei apreciar e respeitar a opinião das pessoas... Quanto ao texto, gostaria que Você que deve ser de altíssimo nível prático, pedagógico e doutrinário pudesse melhorá-lo, não fugindo do tema central, pois terei muita humildade de aprender com o Doutor.

réplica

comentário MARCELO COBRA - Empregado Público Federal | 08/09/2010 às 11:32 | Responder a este comentário

Mas fraco é uma pessoa que critica por criticar. Pelo que podemos tirar dos textos da maioria dos advogados que se manifestaram a favor do exame de Ordem , As Universidades Brasileiras deveriam se tornar cursinhos preparatórios para o exame da Ordem, ao invés de procurar preparar o bacharel em direito para se tornar um profissional ungido pela ética e pelo conhecimento jurídico. A sua atitude de Criticar por criticar em nada acrescenta, só demosntra que o Exame de Ordem não colaborou em nada na sua capacidade julgar as pessoas. Faço parte da equipe de um Deputado Federal, e vou propor a ele que transforme o Exame de ordem em um prova periódica a ser aplicada a cada 4 anos, para testar os ilustres advogados aprovados nos exame de Ordem se continuam com a mesma proficiência, de quando prestaram o Exame de Ordem, recém formados com todo o conteúdo ainda fresquinho na cabeça. Tenho certeza, que o ilustre defensor do exame da Ordem, será aprovado com louvor a cada 4 anos, mantendo-se atualizado, a cerda da mudanças doutrinárias e jurisprudenciais. Esta prova deveria ser prestada por todos os operadores do direito, só lhes sendo permitido o exercício da profissão se lograssem aprovação, caso contrário, teriam que passar por um processo de reciclagem. Gostaria de saber, quantos ministros do Supremo, quantos dos Conselheiros da OAB, do CNJ e quantos Desembargadores fizeram o exame da Ordem. E mesmo aqueles que por ventura não o tenham feito, não foram desqualificados para exercerem as suas atividades. Num País onde o principal Cargo é exercido, por um cidadão que só possui um diploma fornecido pelo SENAI, e que mesmo assim se tornou um dos maiores estadistas do nosso tempo, com um índice de aprovação beirando os 80% de aprovação (enquanto que Governantes anteriores, cheios de diplomas, não atingiu 50 % ), é no mínimo uma incoerência exigir provinha de exame de Ordem, para uma pessoa que dedicou 5 anos de sua vida ao estudo do direito. A mensuração de conhecimento já foi auferida ao longo dos 5 anos de estudo e na Prática Forense.

comentário Lauri - advogado | 18/08/2010 às 15:09 | Responder a este comentário

Texto extremamente fraco. Escreveu, escreveu e não disse nada! Onde tudo começou já não faz diferença. Faltou falar sobre a profissão na atualidade, que, diga-se de passagem, das mais nobres dentre as carreiras a serem seguidas. E nem diga que por meia dúzia de profissionais sem noção e ética possam denegrir a imagem do advogado.
Ademais, me filio a corrente que defende o exame da OAB. Me formei em 2007, passei no exame em 2008, após três tentativas. Aproveito aqui para dar um conselho aos colegas que ainda não alcançaram a aprovação: a carreira na advocacia exige muito, mais muito mais do que é exigido no exame da OAB.
E depois tem outra, vencida essa fase, todos irão concordar comigo.

réplica

comentário Aparecida de Fátima Garcia Oliveira - estudante | 29/08/2010 às 00:05 | Responder a este comentário

Sr. Lauri, obrigada pelo observação que fez, só espero que tenha lido todo o texto até o final e entendido o que está expresso e tácito ... o que para um advogado é só exercitar a hermenéutica. Mas se continuar a achá-lo fraco melhore-o e me ajude a aprender a escrever com um expert, que com certeza, o Sr. deve ser. Muito obrigada!.

réplica

comentário MARCELO COBRA - Empregado Público Federal | 08/09/2010 às 11:16 | Responder a este comentário

Mas fraco é uuma pessoa que critica a outra e demora 3 provas para lograr aprovação. Pelo que podemos tirar dos textos da maioria dos advogados que se manifestaram a favor do exame de Ordem , é que as Universidades Brasileiras deveriam se tornar cursinhos preparatórios para o exame da Ordem, ao invés de procurar preparar o bacharel em direito para se tornar um profissional ungido pela ética e pelo conhecimento jurídico. A sua atitude de Criticar por criticar em nada acrescenta, só demosntra que o Exame de Ordem não colaborou em nada na sua capacidade julgar as pessoas. Faço parte da equipe de um Deputado Federal, e vou propor a ele que transforme o Exame de ordem em um prova periódica a ser aplicada a cada 4 anos, para testar os ilustres advogados aprovados nos exame de Ordem se continuam com a mesma proficiência, de quando prestaram o Exame de Ordem, recém formados com todo o conteúdo ainda fresquinho na cabeça. Tenho certeza, que o ilustre defensor do exame da Ordem, será aprovado com louvor a cada 4 anos, mantendo-se atualizado, a cerda da mudanças doutrinárias e jurisprudenciais. Esta prova deveria ser prestada por todos os operadores do direito, só lhes sendo permitido o exercício da profissão se lograssem aprovação, caso contrário, teriam que passar por um processo de reciclagem. Gostaria de saber, quantos ministros do Supremo, quantos dos Conselheiros da OAB, do CNJ e quantos Desembargadores fizeram o exame da Ordem. E mesmo aqueles que por ventura não o tenham feito, não foram desqualificados para exercerem as suas atividades. Num País onde o principal Cargo é exercido, por um cidadão que só possui um diploma fornecido pelo SENAI, e que mesmo assim se tornou um dos maiores estadistas do nosso tempo, com um índice de aprovação beirando os 80% de aprovação (enquanto que Governantes anteriores, cheios de diplomas, não atingiu 50 % ), é no mínimo uma incoerência exigir provinha de exame de Ordem, para uma pessoa que dedicou 5 anos de sua vida ao estudo do direito. A mensuração de conhecimento já foi auferida ao longo dos 5 anos de estudo e na Prática Forense.

comentário Isabela - universitária de Direito | 18/08/2010 às 15:46 | Responder a este comentário

Talvez as pessoas de deram as opiniões acima não leram o texto inteiro...
é só clicar em...

"clique aqui e continue lendo este conteúdo..."

comentário Demas Correia Soares - advogado | 19/08/2010 às 09:52 | Responder a este comentário

Os conhecimentos exigidos na prova de seleção do Exame de Ordem se comparados à prática da advocacia do dia a dia são mínimos. Portanto, não se iludam, o exame ainda é a melhor forma disponível para manter a credibilidade da advocacia e do advogado, abalados, inclusive, por críticas e ataques à prova seletiva. O seu futuro cliente exigirá de vc muito mais conhecimento do que a prova da ordem exige. Portanto, estude até passar e vc mudará de ideia quando estiver atuando no mercado.

comentário irma - autonoma | 19/08/2010 às 22:24 | Responder a este comentário

Sou bacharel em direito e como muitos não consegui ser aprovada no Exame da Ordem. Pergunto-lhes, se este exame é para medir competência, porque é realizado somente para o curso de direito, porque não existe uma prova para medir a competência de médicos, engenheiros, arquitetos, dentitas, economistas? outra pergunta, se é para medir competência então vamos lá, o médico, que tem em suas mãos a vida do indivíduo, porque para este não se faz necessário uma prova que possa medir sua competência e capacidade.
E tem mais o valor cobrado para a realização do exame é um roubo a mão armada, um verdadeiro cartel, mas porque e para quê ou quem, alguem pode me responder?

comentário Floriano - Contador e Bacharel em Direito | 20/08/2010 às 21:15 | Responder a este comentário

A O.A.B. não ensina nada, portanto, não deve ser avaliadora de conhecimentos, já que não é uma instituição de ensino qualificada para tal. Sou contra o exame da ordem, vejo nele o cerciamento do direito de exercer a profissão e a desqualificação de um bacharelando. Em nenhuma outra profissão existe este requisito.

comentário Ednilson Trajano - Funcionário Público Federal | 21/08/2010 às 10:41 | Responder a este comentário

Bem, observando os comentários, ressaltam-se algumas incongruências, tais como erros grosseiros de português, má expressão de um pensamento lógico, aplicações de termos jurídicos totalmente equivocados ao caso ( "roubo a mão armada"), sem contar o descontentamento ao exame em tela (OAB). Sou formado em Ciências Contábeis e Direito (sim, bacharel em Direito), especialista em Segurança Pública. Não fiz o exame da Ordem por não ter a necessidade de fazê-lo. Sou funcionário público federal e, portanto, impedido por determinação legal. Não almejo advogar. Mas, não vejo obstáculo algum em sua realização. Aqueles que temem um simples exame desses, nunca medrarão na profissão. Reclamações como essas não levarão a nenhum lugar, não mudará o que vige no que tange ao exame da Ordem. Pense assim: o exame para mim, seria um estímulo, uma porta de entrada para a realização de concurso público de altíssimo nível de exigência intelectual, ou mesmo para a minha preparação profissional, como disse sabiamente um colega (comentário 18/08/2010 às 15:09) : "a carreira na advocacia exige muito, mais muito mais do que é exigido no exame da OAB. E depois tem outra, vencida essa fase, todos irão concordar comigo." Não sejamos levianos, "desculpa de cego é bengala".

comentário Denisio Nocera - Boia-fria | 22/08/2010 às 23:05 | Responder a este comentário

Diante a todo o exposto pelos nobres colegas acima uns a favor e outros contra o exame da OAB, venho expor minha opinião, sou contra o exame da oab. a) primeiro porque prova não capacita profissional, o que capacita e oportunidade;b)segundo durante 05 longos anos a oab nunca participou da vida academica, como vai cobrar? e o que deve-se cobrar? se não tem a competencia e a capacidade de educar e ensinar. c) Tudo o que a oab faz é apenas reserva de mercado, não defende a sociedade, como fala, é um orgão regido por uma lei inconstitucional, imoral e ilegal. d) ultimo o dinheiro arrecadodo por este famigerado orgão oab, não tem fiscalização do Estado, muitos advogados estão tentando entrar na politica para poder esconder tais fatos da sociedade, afinal pegar R$200,00 mutiplicar por 95000 inscrito mutiplica-se esse valor por 3 vezes ao ano. todo Esse dinheiro não tem fiscalização.Ta na ora senhores cadidatos de debater referido assunto e acabar com essa farsa da oab; Que que garante que esse orgão não financia campanhas eleitorais por este pais afora. Vamos ver onde esta tantos bens como dinheiro, afinal é facil fazer uma lavagem de dinheiro com um orgão que não tem fiscalização do Estado.

comentário Aleyka Taís Vital - Estudante de Direito | 24/08/2010 às 16:29 | Responder a este comentário

De a cordo as explanações a respeito do exame da OAB, sou totalmente de acordo à realização do mesmo, porém, acredito que deveria existir, também, um tipo de exame como o da ordem, a ser aplicado no curso de medicina, pois irão tratar de vidas, seres humanos. Sendo assim, na minha oipinião, deveria haver um exame avaliativo, onde seria testada a capacidade de cada novo médico.

comentário Maria Helena Matos - Administradora de Empresa, Professora e Bacharel em Direito | 25/08/2010 às 00:32 | Responder a este comentário

Sei que nada sei, mas aonde esta o MEC , a repercussão geral do STF vota nao vota, sai de pauta, enquete no site do STF dá 97% rejeição e a discussão continua e os cursinhos também. Ah falar nisso os donos e professores de cursinhos,... juizes, promotores, advogados renomados, etc.... altas taxas as mensalidades, R$ 200,0o a inscrição, passa na primeira fase, tem que se deslocar para cidade distantes porque a segunda fase são feitas em poucas cidades. INDIGNAÇÃO. ACHO QUE OS BACHAREIS EM DIREITO DEVERIAM SE UNIR E REVINDICAR: SE FACULDADE LHES CONFERE UM DIPLOMA É PORQUE ESTA APTO A EXERCER A PROFISSÃO. COMO AS DEMAIS PROFISSÃO, PORQUE DAR PRERROGATIVAS PARA OAB.

comentário Por uma OAB justa - pedagoga e advogada | 25/08/2010 às 11:53 | Responder a este comentário

Esse argumento de que oa prova da OAB seve para selecionar os melhores é pura balela. Ela só serve para enriquecer os donos de cursinhos e a própria OAB.
Ela não mede nem capacidade nem caráter de advogado nenhum. Ou vocês pensam que só os bonzinhos são estudiosos e competentes? Quantos advogados imbecis estão atuando aí no mercado e que fizeram o exame da ordem? Eu mesma já fui vítima de vários. Essa história de que A prova é prá selecionar os melhores alegando preocupação com o serviço prestado para à sociedade é pura hipocrisia.
Quando o sujeito é mau caráter, não é uma prova da OAB que vai muda-lo.
Conheço muita gente boa que na facul só tirava notas altas e que até hoje não consegui passar na OAB. E eram os melhores!!!!!!!!!!
Que se faça a prova, mas que pelo menos seja uma prova justa!!!!!!!!!

réplica

comentário PATRICIA SAVINO - Bacharel em Direito.......... | 02/09/2010 às 11:01 | Responder a este comentário

Faço minha as suas palavras... Resumiu os fatos. Atte.

comentário MOISÉS - Advogado | 25/08/2010 às 12:41 | Responder a este comentário

Tenho 47 anos, conclui o curso de Direito em 2005, no início não era minha intenção optar por exercer a profissão, mas após os primeiros anos do curso fiquei apaixonado por ele, e me formei. Logo após tive problemas de saúde, tive um trauma doméstico e quase fiquei cego. Consegui recuperar um dos olhos. Tendo que trabalhar e sustentar mulher e dois filhos, tive que redobrar meus esforços, mas nunca pensei e desistir, quando esmorrecia, lembrava das interminaveis aulas, e das várias provas que eu tive que vencer para me formar. Ainda me lembro das madrugadas que eu passava acordado estudando, as festas que não fui, os momentos de lazer que abdiquei, não foram nada em relação ao esforço que foi para ter a "VITÓRIA" que foi passar no exame da ordem. De tudo isto, o mais latente em minha mente hoje, foi quando li o meu nome na lista dos aprovados, nossa foi um misto de felicidade e "GLÓRIA" que eu jamais tinha sentido. Por tudo isto quero me juntar aos todos os "BACHAREIS DE DIREITO" que por ventura venham a ler esta, e dizer, não desistam, tenham fé, acreditem em vocês, mesmo que alguns digam, como a mim foi dito, você não vai passar nunca, você não consegue ler, você vai ficar doente, para com isto, desiste, tem corrupção na prova, é jogo de cartas marcadas, você tá se iludindo. Eles estavam errados, eu venci, e vocês vão vencer, o conteúdo não é inesgotavel, a prova é presumível, eles repetem questões, estudem as últimas 10 provas do seu Estado, estude mais para a primeira fase, as matérias que você tem mais afinidade, decore o Código de ètica, eu gabaritava ética, Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, e abdique por alguns meses das benécies da vida humana, e vocês também, serão aprovados. "SORTE A TODOS".

comentário Lenise Costa - sua profissão | 25/08/2010 às 20:51 | Responder a este comentário

Sou bacharel desde 2004, depois de ser tb bacharel em ciências contábeis. No curso de direito além de sempre ter média acima de 8 cumpri rigorosamente meu estágio. Fui nomeada pelo Judiciário para o cargo de Conciliadora (de vara única) por 3 anos. Será que não sou competente, e preciso desse ridículo exame de ordem??? Na minha cidaas de existe uma senhora que não sabia no estágio da Defensoria Pública nem endereçar uma petição. Pasmem ela passou no exame. Passou ou...........
Esse exame é injusto, indígno para com os bacharéis enquanto as outras profissões saem da colação de grau apto a entrar no mercado de trabalho. E não venham dizer que medicina fazem residência, porque mesmo sem a residência eles exercem, e o fisioterapeuta, o odontólogo, a enfermagem, dermatologista..... Todos também tratam do ser humano e podem acabar com a vida deles assim como um ruim profissional do direito, portanto, seria mais justo que deixassem o mercado de trabalho escolher, ou que pelo menos os que já terminaram a faculdade pegassem suas carteiras e os que ainda estam na universidade passassem quando do estágio proffissional uma avaliação semestral dada pelo MEC ou até mesmo pela OAB para acabarem com essa agonia após 5 anos de estudos exaustivos. QUEREMOS NOSSA CARTEIRA.
SERÁ QUE SE PEGASSEM UM ADVOGADO DAQUELES QUE FORMARAM ANTES DO EXAME E DESSEM UMA PROVA PARA ELE FAZER ELE PÁSSARIA????
Fica aqui minha indagação.

comentário antonio - Assistente jurídico | 26/08/2010 às 07:15 | Responder a este comentário

Sabemos das dificuldades para ser aprovado na prova da OAB, sabemos que todo sacrifício por ter estudado anos a fio, com afinco, abdicando muitas vezes do lazer, do convívio da familia, etc.
Estou agora aos 48 anos iniciando o curso de direito, e sei já há muito tempo do "TERRÍVEL EXAME DA OAB".
Porém acredito na seriedade deste exame inclusive por muitos que fizeram, aprovados ou não.
O índice de aprovação é baixo, o nível da avaliação é alto, e só resta aos Bachareis de Direito, estudar ainda com mais afinco e não desistir de tudo na reta final.
Se poucos são aprovados e a frustração é grande.
Mas a OAB tem por anos comprovado a sua seriedade, competência e luta pelos direitos de todos advogados.
E, exigir a qualidade, a competência dos profissioanis que irão atuar nessa área tão importante é fundamental para a credibilidade de todos.
Continuem tentando e, ao invés de criticar o método ou a forma de avaliação, busquem aperfeiçoarem os seus conhecimentos.
boa sorte a todos.

comentário Charles Ianne - sua profissão | 26/08/2010 às 12:32 | Responder a este comentário

Data máxima venia, não vislumbro nenhum problema em relação ao exame da ordem. Creio ao cabo de longos cinco anos de estudos diários precisamos ser capazes de atender a um rol mínimo de conhecimento teórico-prático, até mesmo como valorização pessoal. Gostaria que esse tipo de exame fosse estendido a outras profissões.

réplica

comentário MARCELO COBRA - Empregado Público Federal | 08/09/2010 às 11:35 | Responder a este comentário

Pelo que podemos tirar dos textos da maioria dos advogados que se manifestaram a favor do exame de Ordem , As Universidades Brasileiras deveriam se tornar cursinhos preparatórios para o exame da Ordem, ao invés de procurar preparar o bacharel em direito para se tornar um profissional ungido pela ética e pelo conhecimento jurídico. Faço parte da equipe de um Deputado Federal, e vou propor a ele que transforme o Exame de ordem em um prova periódica a ser aplicada a cada 4 anos, para testar os ilustres advogados aprovados nos exame de Ordem se continuam com a mesma proficiência, de quando prestaram o Exame de Ordem, recém formados com todo o conteúdo ainda fresquinho na cabeça. Tenho certeza, que o ilustre defensor do exame da Ordem, será aprovado com louvor a cada 4 anos, mantendo-se atualizado, a cerda da mudanças doutrinárias e jurisprudenciais. Esta prova deveria ser prestada por todos os operadores do direito, só lhes sendo permitido o exercício da profissão se lograssem aprovação, caso contrário, teriam que passar por um processo de reciclagem. Gostaria de saber, quantos ministros do Supremo, quantos dos Conselheiros da OAB, do CNJ e quantos Desembargadores fizeram o exame da Ordem. E mesmo aqueles que por ventura não o tenham feito, não foram desqualificados para exercerem as suas atividades. Num País onde o principal Cargo é exercido, por um cidadão que só possui um diploma fornecido pelo SENAI, e que mesmo assim se tornou um dos maiores estadistas do nosso tempo, com um índice de aprovação beirando os 80% de aprovação (enquanto que Governantes anteriores, cheios de diplomas, não atingiu 50 % ), é no mínimo uma incoerência exigir provinha de exame de Ordem, para uma pessoa que dedicou 5 anos de sua vida ao estudo do direito. A mensuração de conhecimento já foi auferida ao longo dos 5 anos de estudo e na Prática Forense.

comentário Mônica Campos - Estudante | 27/08/2010 às 01:53 | Responder a este comentário

Não sou contra a prova da OAB, mas acho que é simples formalidade. Este tipo de prova como todas as outras, não mede conhecimento de ninguém em relação às questões práticas. Se medisse, poderíamos colocar os acadêmicos de engenharia, medicina e etc... a fazerem um exame como nós acadêmicos do direito temos que nos submeter. A OAB enche os seus cofres e dos cursos preparatórios e do CESPE, diga-se de passagem, graças a Deus, vai ser carta fora do baralho. Que bom seria se tivéssemos exames para todas as profissões! quem sabe a saúde pública não estaria na UTI não só porque falta medicamentos, para porque falta profissionais qualificados e preparados para lidarem com serem humanos. Isso médico não aprende na faculdade, creio que não. Deveria ser aplicadas à eles provas de cunho prático tbm, porque há muitos que não sabem aplicar um injeção. E os enhenheiros? Quanta barbaridade! Encostas e fachadas de prédios e até prédiocs caídos por falta de bons profissionais no mercado. Que país é esse? Onde está o princípio da ISONOMIA? "Todos serão iguais perante a lei". Que igualdade vemos nesse processo, onde somente uma catergoria de estudantes são obrigados a se submeterem a uma prova para exercerem a profisão tão almejada? Fica aí a reflexão.

comentário Mônica - Estudante | 27/08/2010 às 02:01 | Responder a este comentário

Desculpem os erros de portugûes acima. É em razão do horário e não revisei o texto. Mas atenção, futuros advogados... Nunca deixem de revisar um texto ou uma petição ou qualquer que seja o documento que irão passar adiante. Mesmo que saibam escrever e vacilem, como eu vacilei agora, podem ser reprovados pela sociedade, assim como somos reprovados nos exames de ordem. Seremos avaliados não pelo que sabemos, mas pelo que querem que a gente saiba.

comentário JOSEILDA GOMES - Advogada | 27/08/2010 às 12:15 | Responder a este comentário

Em 2008 concluí o curso de direito, ainda no 10º período enfrentei a prova da OAB, sem medo confiando pura e simplesmente nos meus estudos, fui aprovada (5) e (8). Hoje tenho meu escritório e já contabilizo razoázel carteira de clientes. Digo aos caros colegas que estudam muito e ainda não conseguiram passar, enfrentem esse exame sem medo, procurem esquecer que estão repetindo, façam como se fosse a primeira vez, a prova da OAB não é o "bicho de sete cabeças" que tanto assusta os universitários de direito, quando ainda estava na faculdade ouvia muitos comentários sobre este exame e garanto nunca me assustei, pois não tem erro se você estudar. CONFIEM EM VOCÊS E VENCERÃO!

comentário Cláudio - Advogado | 30/08/2010 às 18:58 | Responder a este comentário

Me desculpe, Aparecida, mas seu texto é muito fraquinho. Pelo título, eu esperava mais conteúdo e densidade na abordagem de um tema tão rico. Quando se dispuser novamente a escrever, que ao menos tenha uma idéia para colocar no papel. Melhoras!

réplica

comentário MARCELO COBRA - Empregado Público Federal | 08/09/2010 às 11:28 | Responder a este comentário

Mas fraco é uuma pessoa que critica a outra e demora 3 provas para lograr aprovação. Pelo que podemos tirar dos textos da maioria dos advogados que se manifestaram a favor do exame de Ordem , é que as Universidades Brasileiras deveriam se tornar cursinhos preparatórios para o exame da Ordem, ao invés de procurar preparar o bacharel em direito para se tornar um profissional ungido pela ética e pelo conhecimento jurídico. A sua atitude de Criticar por criticar em nada acrescenta, só demosntra que o Exame de Ordem não colaborou em nada na sua capacidade julgar as pessoas. Faço parte da equipe de um Deputado Federal, e vou propor a ele que transforme o Exame de ordem em um prova periódica a ser aplicada a cada 4 anos, para testar os ilustres advogados aprovados nos exame de Ordem se continuam com a mesma proficiência, de quando prestaram o Exame de Ordem, recém formados com todo o conteúdo ainda fresquinho na cabeça. Tenho certeza, que o ilustre defensor do exame da Ordem, será aprovado com louvor a cada 4 anos, mantendo-se atualizado, a cerda da mudanças doutrinárias e jurisprudenciais. Esta prova deveria ser prestada por todos os operadores do direito, só lhes sendo permitido o exercício da profissão se lograssem aprovação, caso contrário, teriam que passar por um processo de reciclagem. Gostaria de saber, quantos ministros do Supremo, quantos dos Conselheiros da OAB, do CNJ e quantos Desembargadores fizeram o exame da Ordem. E mesmo aqueles que por ventura não o tenham feito, não foram desqualificados para exercerem as suas atividades. Num País onde o principal Cargo é exercido, por um cidadão que só possui um diploma fornecido pelo SENAI, e que mesmo assim se tornou um dos maiores estadistas do nosso tempo, com um índice de aprovação beirando os 80% de aprovação (enquanto que Governantes anteriores, cheios de diplomas, não atingiu 50 % ), é no mínimo uma incoerência exigir provinha de exame de Ordem, para uma pessoa que dedicou 5 anos de sua vida ao estudo do direito. A mensuração de conhecimento já foi auferida ao longo dos 5 anos de estudo e na Prática Forense.

comentário GILDA - ESTUDANTE | 30/08/2010 às 19:02 | Responder a este comentário

NOSSA NUNCA VI TÃO UM BOM TEXTO. GOSTEEIIIIIII MUITOOOOOOOOOO TO NO SETIMO SEMSTRE DE DIREITO E ESTODU MUITO PRA PROVA DA AOB. PARABÉNS.... LEIO SEMPRE ESSE BLOG. SUCESO A TODOS COLEGASSSSSS.....

comentário Niraldo - estudante | 01/09/2010 às 08:41 | Responder a este comentário

Contra. Para mim isso tudo é teoria. pois como cliente, prefiro colocar um causa, em mãos de um profissional que seja experiente no ramo(advogado) ainda que ele não tenha passado pelo exame da ordem. Acredito que a prática necessita da teoria, porém, a teoria na prática será sempre teoria.
E em se tratando de medicina? idem. também prefiro o profissional com experiência (prática) à aquele que está chegando de sua universidade.

comentário Rose Couto - estudante de Direito | 05/09/2010 às 18:00 | Responder a este comentário

Penso que seria importante uma prova eliminatória de português.Tem candidato a advogado que não sabe escrever um parágrafo simples, que dirá uma peça processual...

comentário MARCELO - F. Público Federal | 08/09/2010 às 10:04 | Responder a este comentário

Sou veementemente contra os exames de Ordem, pois só servem para angariar recursos para a OAB, pois cobrar R$ 200,00 por uma prova é no mínimo um absurdo. Aos ilustres advogados que estão defendendo a realização da prova, o fazem por já possuírem uma carteirinha que os habilita a advogar, porém em nada garante a qualidade dos serviços prestados. Estudei em uma Universidade considerada excelente no ensino do Direito, com CR final acima de nove e passei em um dos concursos mais difíceis da área de Direito: Delegado Federal, e nem por isso logrei aprovação na primeira vez que fiz o exame de Ordem. O que adianta o exame de Ordem, e assistir tantos profissionais do Direito sem saber sequer pronunciar ou escrever a sua língua pátria, sem saber elaborar uma boa petição inicial, ou uma boa peça??
Aos advogados demagogos que tanto defendem a realização do Exame de Ordem, proponho que esta prova seja realizada periodicamente à todos os ilustres advogados que hoje militam na advocacia, sem é claro que a OAB se utilize destes exames para arrecadar mais recursos. Tenho certeza que pelo menos 60 %, dos hoje detentores da carteira da OAB, não lograriam aprovação. Pois, fazer uma prova assim que se concluí a faculdade, é fácil, pois a maioria dos conteúdos, ainda estão quentes na cabeça, porém saber utilizar os ensinamentos no dia a dia, demanda de atualização e reciclagem diária. Coisa que a maioria dos "ilustres detentores da carteira da OAB", não o fazem. Poucos são os Juristas e operadores do direito que procuram se atualizar, escrever com um português escorreito, com suas petições bem fundamentadas, com suas defesas com um mínimo de embasamento jurisprudencial ou doutrinário. A OAB devia estar mais preocupada em fiscalizar a idoneidade dos advogados, juízes e desembargadores. O bom advogado se faz não com exames de Ordem, e sim com atualização, especialização e o prazer de exercer o direito. Nada mais gratificante para um profissional, do que lograr êxito em livrar um inocente de uma acusação indevida, ou de colocar atrás das grades um culpado, ou ainda conseguir a devida reparação para alguém que foi injustamente injuriado.
É por causa de operadores do direito sem o devido preparo que a Polícia prende, e a justiça solta, pois a maioria dos advogados e promotores que hoje operam, não conseguem manter atrás das grades os grandes criminosos, pois basta que estes contratem, a peso de ouro, os grandes advogados (que na maioria, não prestaram exame de ordem, pois na época que se formaram, não existia o exame caça níqueis), e que hoje em dia ainda são referência no mercado, porque se atualizam, e continuam se especializando, sem necessidade de terem prestado exames de Ordem.
Desafio a qualquer aprovado nos famigerados exames de ordem, a conseguir sustentar uma hora de debate com algum advogado do quilate de Michel Assef, Nilo Batista, que com certeza não prestaram exame de ordem. Não no modelo atual, que só visa arrecadar dinheiro. Gostaria de ver, por exemplo todos os ilustres conselheiros da OAB, espalhados pelo Brasil a fora, prestarem este mesmo exame que são impingidos aos bacharéis, para ver se os mesmo conseguiriam alcançar aprovação.
Isto posto, ressalto que para que se possa mensurar a proficiência de um advogado, esta deve ser realizada no dia a dia do seu desempenho profissional, ou em exames periódicos. Já com relação aos advogados que se formaram "nas coxas", como Ilustre advogado se referiu em seu comentário, o próprio mercado se encarregará de os relegar ao ostracismo.
Desculpem-me se em algum momento fui demasiadamente incisivo e agressivo, porém esta é a humilde opinião, de alguém que não concorda com os Exames de Ordem.
Como explicar que uma prova que é realizada em apenas duas etapas, e dois dias, custe mais caro do que um concurso para Auditor Fiscal da Receita Federal, cujas matérias cobradas, são numericamente superiores e com mais etapas, ou ainda do concurso para Juiz Federal???
Engraçado, é que com todo exame de Ordem, o que mais vemos por ai, são advogados de carteirinha, envolvidos com o Crime Organizado, cometendo crimes, como o advogado paulista que é acusado de assassinar a namorada, também advogada, ou de jogar filhas pela janela. E, no entanto, apesar de não exigir "exame de Conselho, não vemos quase nome de médicos envolvidos em escândalos, falcatruas e crimes, e olha que o CRM, não cobra exame após a formatura.

comentário Yuri de Paula Gonzalez - Consultor | 11/09/2010 às 14:06 | Responder a este comentário

Sou Bacharel em Direito e não pretendo fazer o exame da ordem por vários motivos , entre eles, por tratar-se de uma exigência estupida, uma vez que , se afere o conhecimento e seria tao temerária a atuação sem o exame, os aprovados deveriam entao ser avaliados todos os anos ou será que o Direito que tratamos no exame é o de temas imutáveis?
Mas quero incentivar aos colegas para a possibilidade de especialização em alguma área, saiam dessa paranóia, pois como consultor e formador os ganhos são maiores e a atualização constante, advogar pelo Direito é melhor que Advogar pela ordem...

comentário Ademilson J. Oliveira - Funcionário Público | 13/09/2010 às 11:34 | Responder a este comentário

Gostaria de parabenizar o marcelo pela sua explanação e dizer que essa prova da OAB, não avalia nehum conhecimento específico, mas estou fazendo cursinho, pois tentei duas vezes e saí frustrado porque nas correções das provas que fiz, ainda que a questões estivessem erradas, prevalesceu o que a banca determinou como certo ou errado, não aceitando o recurso. Com relação a algumas críticas com relação ao texto da colega, gostaria de dizer, que a parabenizo, por ela ter a coragem de escrevê-lo e nos ter dado a opotunidade de conhecer opiniões diversas quanto ao exame da Ordem, críticas como a do Doutor Cláudio, não deve ser levado em cosideração, pois a soberba é deficiência dos fracos, que não tem coragem de escrever um texto científico e se expor a críticas ou elogios. pois é muito fácil trabalhar em cima da idéia dos outros. A humildade é sinal de sabedoria. Parabens. Sou contra exame da OAB, mas se tem vamos fazer e que tenha transparência e seriedade no exame.

comentário rafael - rábula | 14/09/2010 às 06:30 | Responder a este comentário

SE A "OAB" FIZER A CADA DOIS ANOS UMA "REVISÃO" NOS EXAMES DA ORDEM PARA OS CAUSIDICOS APROVADOS E QUE ESTÃO EXERCENDO A PROFISSÃO, GARANTO-LHES QUE 50% RETORNARÃO AOS BANCOS ESCOLARES! TEM MUITO FILHINHO DE PAPAI E APADRINHAMENTO POLITICO "POR DEBAIXO DOS PANOS"!

comentário sandra maria batista de queiroz - funcionária pública federal | 14/09/2010 às 11:46 | Responder a este comentário

Sou formada em direito recentemente, o curso deu-me enfase para certos fatos e atitudes merecedoras de atenção. Fico feliz, não apenas pela formação mas ter o privilégio de chegar a conhecer os meus direitos e deveres, principalmente como elo principal a carta magna. Pena que, como em todas as profissionais existem profissionais péssimos e sem eticas, isso é que faz do Bacharel em Direito a grande diferença.

comentário MANOEL DA SILVA SOUZA - Estudante | 14/09/2010 às 14:53 | Responder a este comentário

Esse exame da OAB é lamentável a sua existência, considerando que outros cursos não tem exigencia alguma, como é o caso da medicina, lida com vidas, por que só para o bacharel em direito? Completa o curso mas não pode exercê-lo, e o aluno que estudou pelo plano do governo ou tem outro tipo de convênio como é que vai pagar? E se nunca passar no exame como é que fica o pagamento? Quem vai medir o conhecimento do novo operador do direito são os seus clientes e os seus julgadores que são os juizes e os Tribunais. Um perdedor de causas jamais fixará na profissão, quem iria contratá-lo? Deixe que a sociedade os julgue nas suas ações. Se o exame fosse boa coisa ,não existiria advogado mau caráter. Em pleno séc. 21, essa fábrica de fazer dinheiro não pode continuar (OAB). Mim respondam se existe outro curso superior que para exercer a profissão tem a mesma exigência? com o exame da OAB o bacharel em Direito, tornou-se um formado frustrado. É Brasil.

comentário Sidney Rocha - Bacharel em Diteiro | 15/09/2010 às 10:59 | Responder a este comentário

Quero parabenizar o ilustre amigo Marcelo, pois não sou contraio a prova da ordem, só que virou um meio de fazer dinheiro, se analizar-mos no ultimo exame a OAB arrecadou /- 19.000.000,00, é isto mesmo, multiplique por 2 exames ao ano. É muito dinheiro, e acho sim que deveria ser realizado o exame de 4 em 4 anos para todos até mesmo os advogados que já passaram pela prova, ai sim teríamos coerência em realizar o tal exame.

comentário rosangela - técnica de enfermagem | 07/10/2010 às 00:03 | Responder a este comentário

gostaria de saber se eu me formar em Bacharel em direito e não passar na prova da OAB posso ser uma profissional somente com meu certificado . posso trabalhar nesse ramo assinando como propfissional. posso prestar concurso e se passar posso assumir cadeira.

comentário Celso F. Rocca - Advocgado | 15/12/2010 às 09:39 | Responder a este comentário

Ainda bem que o Exame de Ordem existe! O ingresso em qualquer associação, geralmente, demanda enfentar um rito de entrada. Além disso, o Exame de Ordem faz um certo controle de quem ingressa.

comentário Wantuir - Estudante | 13/11/2011 às 13:02 | Responder a este comentário

Caros colegas.
Ainda sou estudante do 3º Período de Direito, confesso que o exame da Ordem me assusta, mas sou a favor do mesmo pois acredito que quem se prepara e dedica aos estudos é capaz de ser aprovado.
O Mec deveria fiscalizar a qualidade do ensino oferecido pelas instituições públicas e privadas, porque é injusto o acadêmico ser prejudicado por instituições com péssima qualidade de ensino!

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